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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dando continuidade à nossa série sobre Políticas Públicas: um exemplo a ser seguido.


Poços de Caldas/MG
Estudantes aprendem sobre guarda responsável de animais
21 de março de 2010

Estudantes de 4 a 11 anos, das redes pública e particular de Ensino, em Poços de Caldas, MG, estão aprendendo que ter um animal de estimação não é brincadeira. O projeto sobre a guarda responsável de animais é da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do setor de Vigilância Ambiental e do Centro de Controle de Zoonoses, com apoio da Secretaria Municipal de Educação.

Foto: Reprodução/Prefeitura de Poços de Caldas

Quarenta e uma escolas das áreas urbana e rural participam do projeto, que leva orientação por meio de palestras e da presença dos mascotes, um cão e uma gatinha, que serão batizados pelas crianças, por meio de um concurso. “Tudo isso visa estimular as crianças para o debate sobre o assunto. O abandono de animais hoje é um problema cultural. Cerca de 70% dos animais do canil provêm de doações dos próprios donos, que são recolhidos pela Guarda Verde”, informa o coordenador da Vigilância Ambiental, Rogério Blasi.

Foto: Reprodução/Prefeitura de Poços de Caldas

O projeto visa ainda o controle e prevenção de zoonoses, que são doenças transmitidas ao homem por animais. “Passamos ainda a ideia de que cuidar de um animal é uma grande responsabilidade, é necessária uma alimentação balanceada, vacinação e cuidados veterinários, carinho, levar para passear e muitos outros. Todas estas questões são levantadas durante a palestra e as crianças levam para casa um folder para que os pais também sejam conscientizados”, diz Blasi.

As palestras tiveram início na última segunda-feira, 15, no Caic e continuam até 16 de abril. Além da orientação, distribuição de folders, outra peça da campanha é a luvinha cata-caca, para que o próprio tutor do animal recolha as sujeiras que o seu bichinho fizer pelas ruas da cidade. “No início, nossa intenção é colocar displays com as luvas à disposição da população em pontos mais frequentados por tutores e cães, que são as avenidas João Pinheiro, Santo Antônio e Davi Ottoni. Vamos iniciar um programa de conscientização da população”, explica o coordenador, destacando que a luva é apenas um incentivo e que a coleta pode ser feita com uma sacolinha de supermercado, por exemplo.

O projeto Guarda Responsável de Animais tem o apoio da Divisão de Projetos de Educação Complementar da Secretaria Municipal de Educação e da Guarda Verde.

ANDA

sábado, 10 de setembro de 2011

Saúde pública como bandeira pra crueldade: as capivaras e a febre maculosa

Estamos exatamente a 4 semanas do grande dia. Este dia vai representar um marco na nossa luta pelo bem-estar dos animais, será lembrado como o dia em que o mundo todo se uniu em uma só voz para pedir o fim de tanta crueldade.


Para nós de Campinas, este dia terá também uma simbologia muito especial. Será o dia em que deixaremos claro que não esquecemos a matança de nossas capivaras. Um animal tão dificilmente citado nas campanhas de proteção, mas que marcou tão profundamente a história de nosso trabalho. Foi por elas que as ONGs de Campinas se uniram para dar um basta na má conduta do poder público e, dessa união, resultará este evento.


Não vamos esquecer de todos os casos de maus-tratos à animais, domésticos e silvestres, que passaram por nós. Estaremos lá por todos. Mas as capivaras, sem dúvida, serão a nossa bandeira.

 


Quem quiser saber mais sobre esse episódio tão triste que vivemos, pode visitar o blog que foi feito pras nossas 13 (ou mais) vítimas da crueldade humana.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Novo vídeo da WEEAC Campinas sobre a crueldade da Saúde Pública nos cuidados às zoonoses




Veja os outros vídeos do WEEAC Campinas

Saúde pública como bandeira para a crueldade

Veterinária expõe a incoerência no assassinato de cães contaminados

por Dra. Marlene Nascimento

Nosso país está passando por graves problemas sociais e o tema proteção animal é encarado com certo preconceito. O que muitos governantes não percebem é que o perfil das pessoas que lutam pelos direitos dos animais mudou. O defensor não é mais aquele que fica chorando pelo que está acontecendo, mas o que se informa, pesquisa e vai a luta. Apresenta sugestões e trabalha não só em defesa do animal, mas também como um colaborador, quando lhe é permitido, dos órgãos de saúde pública.

Em nosso trabalho de defesa animal nos deparamos com situações desgastantes. Mas nenhuma que se iguala a que encontramos quando nos deparamos com a forma como são encaradas as zoonoses (doenças como raiva, leishmaniose, leptospirose e toxoplasmose). Em nome delas, são sacrificados milhares de cães e gatos no mundo inteiro, como se a vida destes animais não tivesse nenhum propósito neste planeta e o ser humano fosse o senhor absoluto do universo.

Nas grandes metrópoles, e mesmo em pequenos povoados, assistimos à depredação do meio ambiente, à falta de saneamento básico, a seres humanos convivendo com o lixo e a miséria, a governantes corruptos desviando verbas e a situações cada vez mais caóticas.

A interferência no meio ambiente
A interferência do ser humano no meio ambiente (desmatamento, acúmulo de lixo, circulação de animais, etc.) causou danos irreparáveis ao planeta e fez aparecer, em zonas urbanas, doenças como leishmaniose, leptospirose e outras consideradas de zona rural. Quando os detentores do poder se deparam com estas doenças, começam a combatê-las matando cães e gatos. Esquecem-se que estes são vítimas das ações depredatórias do ser humano e que também sofrem com a doença. É fácil sacrificar animais indefesos, tão fácil quanto é transferir a culpa pela incapacidade de resolver problemas tão primários.

Toneladas de inseticidas são utilizadas para combater este ou aquele vetor. Muitos animais são mortos e suas carcaças jogadas em lixões a céu aberto ou em valas comuns. Prefeituras disputam, com estatísticas aterrorizadoras em mãos, verbas para combater esta ou aquela doença. Muitas zoonoses estão emergentes devido à depredação do meio ambiente ou técnicas laboratoriais mais eficientes ou, o que é pior, devido a pesquisas dirigidas com a finalidade de disputar as verbas federais, equipamentos para laboratórios ou para alimentar o ego de alguns pesquisadores. O cão ou o gato são as primeiras vítimas caso tenham algum envolvimento com a doença.

A leishmaniose que agora se alastra pelo Brasil, a leptospirose, ou outra, não importa qual doença, a dinâmica é a mesma. Prefeituras disputam verbas com suas estatísticas e defensores dos animais tentam em vão salvar a vida de animais, vítimas inocentes. Se as verbas destinadas aos municípios fossem utilizadas para combater a raiz do problema, que com certeza não é o cão, nem o mosquito, nem o rato, mas a interferência do ser humano no meio onde vive, não teríamos tantas doenças que estão levando tanto o homem quanto o animal ao sofrimento.

A (ir)responsabilidade do ser humano
A partir do momento em que o ser humano domesticou o cão e o gato, tornou-se responsável por alimentá-lo, supervisioná-lo e, inclusive, interferir em sua capacidade reprodutiva através da esterilização, evitando assim a superpopulação e a disseminação de doenças.
Quanto ao rato, ao mosquito e a outros vetores, o homem contribui proporcionando o habitat para os mesmos como acúmulo de lixo e esgoto a céu aberto.

As zoonoses, muitas vezes, nos parecem “minas de ouro”, pois a cidade que mais apresentar problemas recebe maior verba. E assim, ano após ano, veremos animais sendo sacrificados em nome da saúde pública, como foi o caso de Araçatuba (SP), e agora é a vez de São Borja (RS) estampar as manchetes. Qual será a próxima cidade?

Ainda estamos consternados com as perdas causadas pela febre amarela, que levou muitos bugios a morte, alguns pela doença, mas a maioria morta cruelmente pelo bicho homem com a intenção de se proteger da doença.
Agora perguntamos: quantas pessoas morreram de febre amarela no Rio Grande do Sul e quantas morreram de problemas provocados pela vacina? 

Cobrem estes dados dos responsáveis. Esta maneira alarmista e insensível de proteger a saúde tem feito vitimas inocentes que, no caso da febre amarela, também atingiu os seres humanos.
Com a Leishmaniose “instalada” no Rio Grande do Sul, veremos milhares de cães serem abandonados e suas mortes serão inevitáveis, mesmo que pesquisas confirmem que matar cachorros não reduz a incidência da doença, mas as normas ditam: leishmaniose em cães significa morte, fazendo do Brasil o único país que mata os cães soropositivos.

Falta operador responsável para a máquina pública
Nós, cidadãos, estamos sustentando a máquina pública com o dinheiro de impostos, que são muitos, pagando para ver situações intermináveis de sofrimento de animais, e nenhuma solução de bom senso. E o que ouvimos é que investir em vacinas (no caso de leishmaniose) não é interessante. Esterilização? “Nem pensar, não resolve o problema”. Não somos SUS. Cães e gatos mesmo que esterilizados continuam albergues de doenças e estão sujeitos ao extermínio.
A situação se assemelha ao que acontece no nordeste: a seca assola a região, que recebe milhões em verbas todo o ano, mas nenhuma é investida na raiz do problema que é a “falta de água” e a seca continua sendo a “mina de ouro” do nordeste.

Precisamos fiscalizar as verbas
Estamos acostumados com lamentos: falta verba para a saúde, não é feita medicina preventiva neste país, etc. Se analisarmos todas as verbas que chegam aos nossos municípios para o combate a dengue, leishmaniose, entre outras, e somarmos a que chega para o meio ambiente, saneamento básico e muitas outras, veremos que na realidade não é tão pouca como dizem. Nós, cidadãos, devemos nos unir e fiscalizar onde essas verbas estão sendo gastas e cobrar para que sejam gastas na “raiz do problema”, caso contrário, estaremos sujeitos a passar o resto de nossas vidas vendo os nossos animais sendo bodes expiatórios de uma política de saúde pública enganosa e viciada como, até hoje, os nordestinos são vítimas da seca e fome.

Somente através da mudança da política de saúde pública é que conseguiremos evitar que milhares de cães e gatos sejam sacrificados em nosso país, pois não importa a gravidade da doença. Pode ser a raiva, uma doença mortal, ou uma simples verminose: qualquer uma é motivo para sacrifício de animais dentro da política atual. Vivemos numa ditadura em que os sanitaristas têm “poder de polícia” e nós temos que assistir o abuso praticado contra os animais em nome da saúde pública. Não importa qual o vetor nem a doença, o culpado pela disseminação do vetor e da doença sempre será o homem com a sua interferência no meio onde vive.

Saúde se faz com educação, saneamento básico, respeito ao meio ambiente, erradicação da miséria e efetivando políticas publicas com respeito a vida. Chega de matar animais em nome da saúde pública.

Dra. Marlene Nascimento
Médica veterinária, especialista em Saúde Pública, fundadora e presidente do Clube Amigos dos Animais.

ANDA-Agência de Notícias de Direitos Animais

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cães na UNEB: um exemplo

Esta experiência na UNEB deveria servir de exemplo para a Unicamp, que atualmente retira todo e qualquer animal do campus e leva ao CCZ.

sábado, 6 de agosto de 2011

Matar, não é a solução

Especialista em saúde pública diz que eutanásia em cães não protege humanos

As evidências científicas que preconizam a eutanásia em cães como forma de proteger os homens da leishmaniose visceral são frágeis e ambíguas, na opinião do médico e especialista em saúde pública tropical Carlos Henrique Nery Costa. De acordo com ele, a estratégia de eliminar cães não tem nenhum impacto sobre a saúde humana.

“Não adianta matar (cães) porque as pessoas não vão ter menos Calazar (leishmaniose) . Até compreendo a “boa intenção” do Ministério da Saúde (MS), mas não é ciência. O volume de contaminações não seria maior sem as eutanásias. Não existe uma única evidência de que tirar a vida de um cachorro protege as pessoas. Não tem nenhuma eficácia”, diz o médico. Até há cinco anos, ele era consultor do próprio MS para o programa de controle de leishmaniose.

Doutor em Saúde Pública Tropical pela Harvard University, ele atualmente é professor da Universidade Federal do Piauí, médico do Governo do Estado do Piauí e Coordenador Executivo da Rede Nordeste de Biotecnologia. Costa foi indicado como referência por vários membros de entidades de proteção animal de Bauru. Ele explica que a ideia da eutanásia começou há mais de seis décadas com um famoso cientista israelense (Adler).

“Ele tratou alguns cães na Palestina com as medicações disponíveis na época e não curou. Concluiu que o melhor jeito de controlar a doença era matar os bichinhos. Logo em seguida, começou o regime comunista na China, onde a situação era deplorável do ponto de vista geral, inclusive de Calazar (leishmaniose) . Decidiram então atacar o Calazar”, informa. Na época, trabalharam em três frentes: trataram em massa as pessoas, mataram cães em algumas áreas e usaram inseticida extensivamente.

O DDT era utilizado nas paredes das casas, informa o médico. O país contava na ocasião com dois tipos de leishmaniose visceral. A zoonótica (que atinge homens e animais – trata-se da encontrada no Brasil) e a antroponótica (só infecta seres humanos). “Quando começaram esse programa quase acabaram com o Calazar, mas principalmente nas áreas de transmissão entre pessoas. O Calazar Zoonótico continua na China. Mas foi concluído que matar cachorro também era eficiente”, acrescenta.

Já no Brasil, a história das eutanásias começa com o cientista Joaquim Eduardo Alencar, no Ceará, explica o médico do Piauí. “Diante da grande quantidade de casos, ele começou a matar cães. Mas tem até um trabalho dele mostrando que nos distritos onde só fez matar cães, a doença continuou igual, até piorou um pouquinho. Mas nos municípios onde ele usou DDT, diminuiu bastante”, destaca.

Do ponto de vista teórico, com base em modelagem matemática, o elo mais frágil da transmissão da doença é o inseto, não o cão (reservatório) , enfatiza. “Porém, os inseticidas atuais, do modo como são utilizados, parece que não são eficientes. O que devemos reavaliar, voltar a estudar é o DDT, que é objeto de muita controvérsia”, conclui.

O Ministério da Saúde não segue as normas internacionais de consulta à comunidade científica, segundo o especialista em saúde pública tropical Carlos Henrique Nery Costa. De acordo com ele, qualquer recomendação concernente à saúde pública deve ter fundamentos científicos, conforme consta no Código Sanitário Internacional.

Para dispor de evidências científicas, o MS deveria encomendar oficialmente um texto de especialistas tanto no assunto quanto em revisão sistemática. “Ele (o especialista) escreve o texto e faz uma avaliação idônea, não enviesada da literatura. Feita a revisão, apresenta a um comitê de pessoas que lida na área e, então, é retirada uma conclusão. Se a medida deve ser tomada ou não”, explica.

Já o que foi feito em outubro do ano passado foi uma revisão bibliográfica, pondera o médico. Na ocasião, foram analisados periódicos científicos de circulação nacional e internacional, sendo que a conclusão reiterou a proibição do tratamento canino no País e a indicação de eutanásia para cães infectados. Segundo o texto elaborado pelo governo federal, os modelos de tratamento propostos atualmente podem levar a uma melhoria transitória do quadro clínico do cão, reduzindo os níveis de parasitas.

“Revisão sistemática é outra coisa. A redação tem uma série de critérios e exigências. Aquilo foi uma revisão bibliográfica que você pode fazer com quem você quiser. Como é comum que os autores tenham uma opinião formada anteriormente, portanto tenham uma afinidade maior com certas referências, a revisão bibliográfica simples não atende às exigências de uma representação idônea do pensamento científico”, finaliza.

A possibilidade de existirem outros transmissores da leishmaniose, além do ‘mosquito palha’, tem sido aventada por alguns especialistas. De acordo com Carlos Henrique Nery Costa, existem alguns estudos que também apontam como vetores um carrapato e outro inseto parecido com o ‘palha’.

“O que é cientificamente estabelecido, acordado, é o ‘mosquito palha’. Mas é possível sim que haja transmissão direta entre cães. Como um cão lambendo o outro, mordendo o outro, tendo relações sexuais. É possível, mas não sabemos a expansão disso. A pergunta que se coloca é a seguinte: de onde vêm os parasitas que infectam os insetos? Nos seres humanos, provavelmente do sangue. Já dos cães não temos certeza. Pode ser da pele, que está doente, como pode ser do sangue também”, afirma.

Costa diz não ter nada a favor especialmente dos cães. Mas acredita tratar-se de um animal que merece respeito e humanidade. “Não pode ser submetido a nada que ameace sua vida. Os cães não são seres moralmente insignificantes” , pondera.

sábado, 23 de julho de 2011

Depois de matarem as capivaras na surdina sob a bandeira da saúde pública, é assim que ficou a área.

Lago do Café sofre com descaso e abandono público

O mato alto domina a área de 330 mil metros quadrados do parque, principalmente na área onde estavam confinadas as capivaras.

22/07/2011 - 19h30 . Atualizada em 22/07/2011 - 19h33
Natan Dias   RAC  





Mato alto, abandono e descaso no cenário do Lago do Café
(Foto: Érica Dezonne/AAN)





















Em plena época de estiagem, favorável para a capinagem, o Lago do Café dá visível demonstração da sua situação de abandono em que se encontra.

Enquanto a licitação para contratar uma empresa especializada para exterminar o carrapato estrela da área contaminada, o mato alto cresce por toda a área de 330 mil metros quadrados do parque, principalmente nos 2,5 mil m² onde estavam confinadas as capivaras.

A vegetação  rasteira tem ultrapassado os limites do alambrado, o que transmite ainda mais a sensação de desleixo no parque localizado entre a Avenida Doutor Heitor Penteado e a Rua Jorge Figueiredo Corrêa, no bairro Taquaral. A área está interditada para a visitação do público desde 2008 para o combate do ácaro, responsável pela transmissão da febre maculosa. Três pessoas infectadas no Lago do Café morreram vítimas da doença, inclusive um funcionário da Prefeitura.

Fonte: RAC

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Notícia de 13/03/2011, quando Campinas sofreu com a chacina das Capivaras. Não, nós não esquecemos.

Ambientalistas fazem enterro simbólico de capivaras












Enterro simbólico realizado durante protesto neste domingo
(Foto: Rogério Capela/AAN)


Manifestantes fizeram um protesto neste domingo contra ação da Prefeitura
(Foto: Rogério Capela/AAN)














Como forma de protesto pelo abate das capivaras, cerca de 50 ambientalistas se reuniram na frente do Lago do Café, em Campinas, na tarde deste ´domingo (13/03), para fazer um enterro simbólico dos animais.
“Vamos continuar a fazer o nosso manifesto para provar que as capivaras não são as culpadas pela febre maculosa”, afirmou Flavio Lamas, presidente do conselho de defesa dos animais.
O vice-presidente da UPA e vice-presidente do conselho, César Rocha, disse que o abate realizado na noite de sábado (12/03) foi uma “traição”. “Lutamos muito para que as capivaras não fossem mortas. Mostramos exemplos de outros locais, como Piracicaba, que usou outro método, como um alambrado para isolar os animais da população”, disse Rocha. O enterro contou com cruzes, velas e flores.

Fonte: RAC

 

Relato dos maus-tratos anteriores